ABOZ - Associação Brasileira de Ozonioterapia
ABOZ no Facebook ABOZ no Instagram

Notícias

NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE A OZONIOTERAPIA

NOTA DE ESCLARECIMENTO  SOBRE A OZONIOTERAPIA

A Associação Brasileira de Ozonioterapia (ABOZ) vem, por meio deste comunicado, esclarecer pontos questionados sobre a Ozonioterapia – objeto do Projeto de Lei Federal (PL) nº 9001/2017, de autoria do Senador Valdir Raupp –, durante Audiência Pública promovida pela Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), sob a relatoria da Deputada Federal Carmen Zanotto, na Câmara dos Deputados, no último dia 07 de dezembro de 2017. De forma surpreendente, o Conselho Federal de Medicina (CFM) emitiu, no último dia 14 de dezembro de 2017, “nota de repúdio ao PL que autoriza a Ozoniotera-pia”, em conjunto com a Associação Médica Brasileira (AMB), Federação Médi-ca Brasileira (FMB), Federação Nacional dos Médicos (FENAM) e outras soci-edades de especialidades médicas. Precisamos analisar os motivos ocultos que levaram a uma tão rápida mobilização encabeçada pelo Conselho Federal de Medicina e, principalmente, entender a quem interessa que a Ozonioterapia não tenha sido regulamentada até hoje no Brasil. 


Na ocasião da Audiência Pública na CSSF, erros conceituais sobre a Ozonioterapia foram destacados e precisam ser esclarecidos para que a inter-pretação sobre o procedimento não seja distorcida e obstruída por uma visão míope, preconceituosa e sem respaldo científico, para não falar sobre má-vontade e conflitos de interesse por parte de médicos que deveriam zelar pela saúde da população brasileira. O objetivo das distorções repetidamente divul-gadas pelos opositores da técnica é a manutenção do modelo desgastado da “Medicina focada na doença”, de forma antiética e irresponsável, sob a ale-gação de “falta de evidências científicas” em relação à Ozonioterapia. 


Ao privarem a população brasileira do acesso à técnica, causam prejuízos incalculáveis à saúde individual dos cidadãos brasileiros e também à saúde pública. Isso é inaceitável e criminoso. Estamos falando de uma terapia utili-zada desde o início do século passado em mais de 50 países, extremamente segura, de baixo custo e implantada, atualmente, inclusive em vários de seus sistemas públicos de saúde, sendo também reembolsada rotineiramente pelas seguradoras. Não é verdade que a aprovação da Ozonioterapia exporá a população a riscos, comprometendo o início de outros tratamentos. Se assim o fosse, como estariam os alemães, os italianos, os portugueses, os es-panhóis, os cubanos, os norte-americanos, os chineses, os russos, enfim, par-te expressiva da população mundial que se submete a tal técnica há décadas, inclusive pelo sistema público de vários desses países, de maneira isolada ou em associação com outros tratamentos convencionais, sem qualquer relato de problemas?  

Em conclusão, esta nota tem o objetivo maior de reforçar a importância da regulamentação da Ozonioterapia no Brasil com a máxima prioridade, de forma a ser incorporada ao SUS em futuro próximo, gerando qualidade de vida para a população e economia de recursos financeiros, cada vez mais escassos nos dias atuais. Esse quadro pode e será revertido com a dis-ponibilização da Ozonioterapia no Brasil de forma ética e responsável. Estu-dos de análise econômica sobre os benefícios financeiros demonstraram que a Ozonioterapia pode economizar entre 20% e 80% nas despesas de tratamen-to de saúde, possibilitando maior acesso à rede pública. A ABOZ encontra-se à disposição e disponibiliza farto material científico sobre o tema, bem como con-tatos da comunidade internacional de Ozonioterapia. Informe-se, participe, busque a verdade e lute para que o PL 9001/2017 seja aprovado e sancio-nado em breve, pois é a SUA saúde e a da SUA FAMÍLIA que estão em jo-go, seja você paciente ou médico. Estamos falando do SEU DIREITO à sa-úde verdadeira e de qualidade. 

#OzonioterapiaJa  #OzonioterapiaParaTodos 


São Paulo, 18 de dezembro de 2017.

Associação Brasileira de Ozonioterapia (ABOZ)


O QUE É A OZONIOTERAPIA?


Ozônio é um gás que se origina a partir de 3 átomos de oxigênio e é um oxidante potente. Na natureza, existe na estratosfera, combinado ao nitrogênio e a outros gases, na conhecida “camada de ozônio”, que filtra os raios ultravioleta e viabiliza a vida na Terra. É formado também na superfície terrestre (troposfera) como um subproduto em reações químicas geradas principalmente por motores à combustão, com o objetivo de inativar gases tóxicos.

O gás ozônio utilizado para fins medicinais é, na realidade, uma mistura de gases: oxigênio e ozônio. O ozônio desta mistura é produzido a partir de oxigênio puro medicinal e, por este motivo, a mistura gasosa é também conhecida como “Ozônio Medicinal” e sua aplicação para fins de tratamento de doenças variadas, dentro de uma janela terapêutica de segurança bem definida, é a Ozonioterapia. É importante ressaltar que ozônio é naturalmente produzido no organismo humano, no processo de ativação de anticorpos, motivo pelo qual é considerado uma “biomolécula” (molécula biológica). 
 
OZONIOTERAPIA, UM TRATAMENTO “EM REDE”!

A Ozonioterapia é uma prática médica secular à base de Ozônio Medici-nal que reage com os componentes de gordura (fosfolipídeos) de todas as membranas celulares – somente este efeito explica suas ações sistêmicas. Depois de interagir com as membranas celulares, atua sobre um sistema de regulação fisiológica chamado Nrf2, promovendo o reequilíbrio das funções biológicas, em especial dos danos causados pelo estresse oxidativo, além de várias outras ações. Portanto, é totalmente compreensível que a Ozoniote-rapia faça efeito sistêmico e em várias doenças com mecanismos em comum. A Ozonioterapia é um tratamento com ação “em rede”, em conformidade com os conceitos mais modernos em Medicina, difundidos por pesquisadores respeitados como Albert Barabási (Center for Complex Network Research Nor-theastern University Physics Department - http://barabasi.com/) e Leroy Hood (Institute for Systems Byology - https://www.systemsbiology.org/). 


OZONIOTERAPIA NÃO É PANACEIA 
(NO SENTIDO PEJORATIVO)!


Panaceia é um termo da mitologia grega que remete à deusa da cura de todos os males. A palavra refere-se a uma substância ou solução farmacêutica que atua sobre um grande número de doenças, eliminando-as ou tratando os seus sintomas. Em geral, o termo é utilizado de modo pejorativo, de forma to-talmente inadequada, para depreciar certas terapias ditas “alternativas”. Por desconhecimento e preconceitos, os opositores da técnica acusam a Ozoniote-rapia de ser uma “panaceia”. 

Em primeiro lugar, ozônio não é um fármaco no sentido clássico (modelo chave-fechadura – “um remédio para um sintoma”) e sim uma molécula biológica, presente na natureza e produzida no interior de todos os seres humanos de forma regular. Em segundo lugar, o Ozônio Medicinal, no seu mecanismo de ação, tem algumas características que contribuem para a melhora de diversas doenças, uma vez que pode contribuir para recuperar a capacidade funcional do organismo. Tem um efeito, portanto, pró-fisiológico e extremamente seguro. 

A maioria das doenças crônicas e degenerativas, onde o ozônio atua de forma especial (hérnia de disco, dores articulares, feridas de pé diabético e infecções), cursam com inflamação crônica e/ou com estresse oxidativo elevado, com excesso de radicais livres, sem que o sistema antioxidante interno das células consiga neutralizá-los. O Ozônio Medicinal age nas duas frentes, ou seja, ele combate os radicais livres porque estimula as enzimas antioxidantes intracelulares e modula (ajusta) o processo inflamatório porque atua no sistema imunológico, fazendo com que a síntese de substâncias (citoquinas) pró-inflamatórias seja controlada e a de citoquinas anti-inflamatórias estimulada. 

A segurança em relação às ações do Ozônio Medicinal sobre os genes também já foi estudada e comprovada. O Ozônio Medicinal atua, ainda, melhorando a oxigenação dos tecidos, por aumentar a liberação de oxigênio a partir das células vermelhas do sangue, o que explica seus efeitos benéficos em doenças crônicas cardiovasculares e neurológicas que cursam com baixo aporte de sangue (isquemia). As potentes ações germicidas contra bactérias, vírus e fungos são também conhecidas desde o século XIX, bem antes do advento do primeiro antibiótico, em 1928.

Assim, é possível afirmar com total segurança que, devido aos mecanismos de ação do Ozônio Medicinal, a regulamentação da Ozonioterapia será uma contribuição para que uma série de doenças crônicas e degenerativas nos sistemas articular, circulatório, muscular, neurológico – dentre outros –  e no metabolismo em geral possam ser de fato controladas e ter sua evolução modificada para melhor, existindo estudos científicos consistentes sobre os benefícios da técnica em feridas de pé diabético, hérnia de disco, bem como em artrites e artroses de joelho. No Brasil, ocorrem 11 amputações de membros por hora, principalmente associadas às complicações do pé diabético. Há dados que comprovam que a Ozonioterapia possa evitar entre 45% e 95% das amputações de membros! É fácil imaginar quanto sofrimento e gastos podem ser reduzidos somente para esta população de pacientes portadores de diabetes...

Quase 1 milhão de brasileiros é acometido por artrite reumatóide, de acordo com dados do DATASUS em 2017. Segundo o Consenso 2012 sobre Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), “a artrite reumatoide (AR) é uma doença autoimune inflamatória sistêmica caracterizada pelo comprometimento da membrana sinovial das articulações periféricas. A característica principal da AR é o acometimento simétrico das pequenas e das grandes articulações, com maior frequência de envolvimento das mãos e dos pés. O caráter crônico e destrutivo da doença pode levar a importante limitação funcional, com perda de capacidade laboral e de qualidade de vida, a menos que o diagnóstico seja feito em fase inicial da doença e o tratamento determine melhora clínica. Além de deformidade irreversível e de limitação funcional, pa-cientes com AR e doença avançada podem apresentar menor sobrevida, o que confirma a gravidade dessa doença. Os custos relacionados à AR são eleva-dos, o que decorre tanto de fatores diretos (gastos com diversos medicamentos, alguns deles de alto custo, como as drogas biológicas, além de despesas médicas e hospitalares), quanto indiretos (perda da produtividade pessoal, absenteísmo e pagamento de aposentadorias por invalidez para aqueles com perda total da capacidade laboral). O tratamento da AR inclui educação do paciente e de sua família, terapia medicamentosa, fisioterapia, apoio psicossocial, terapia ocupacional e abordagens cirúrgicas. As terapias medicamentosas incluem uso de anti-inflamatórios não hormonais (AINH), corticoides, drogas modifica-doras do curso da doença (DMCD) sintéticas e biológicas e drogas imunossu-pressoras.

Os pacientes diagnosticados com artrite reumatoide apresentam condi-ção clínica de extrema atenção pelos malefícios da doença, sendo eles físicos e de implicação nas restrições pessoais de vida, trabalho e convívio familiar e social. Por sua vez, os resultados das prescrições, dependendo do quadro clínico e da condição de cada paciente, implicam a evolução correspondente dos custos mensais de medicamentos, que variam de R$ 119,22, na primeira recei-ta, a R$ 8.332,23 por paciente ao mês, quando considerados os medica-mentos de alto custo. Tais custos se mantêm indefinidamente durante to-do o processo da doença, sem falar nos preocupantes efeitos colaterais de drogas sintéticas! Apesar do número de pacientes acometidos por artrite reumatoide (apenas 0,46% da população brasileira) corresponder a uma parcela pequena da população, devido aos custos elevados dos medicamentos de prescrição estabelecidos no Consenso da SBR sobre AR, os gastos com a dispensação para o tratamento da AR corresponderam a 10,4% do valor gasto no Componente Especializado da Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde (CEAF), tornando-se, assim, a quarta patologia que mais gerou gastos neste programa no ano de 2007. O peso desses custos sobre o orçamen-to público é incompatível com a crise fiscal pela qual o país passa e com a projeção de elevação dos gastos em saúde para as próximas décadas. Além dos gastos expressivos em medicamentos, com a evolução dos dados populacionais brasileiros, após 10 anos do diagnóstico da artrite reumatoide, metade dos afetados estarão incapacitados para trabalhar, gerando um grande custo para o sistema de seguridade social.

A Ozonioterapia atua de forma contundente, modulando o processo inflamatório, tendo seu principal efeito biológico relacionado à inibição do fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa) – efeito exatamente semelhante ao dos medicamentos de alto custo utilizados no tratamento de AR. Este efeito, obtido com Ozonioterapia desde as aplicações iniciais, sem qualquer efeito colateral importante, torna a Ozonioterapia um tratamento comple-mentar de escolha para o tratamento da artrite reumatoide a ser disponibilizado para os pacientes acometidos imediatamente após o diagnóstico, uma vez que gerará melhora clínica decorrente de ação biológica sobre os mecanismos que desencadearam a doença, diminuindo a necessidade dos medicamentos de alto custo na prescrição médica. Em consequência, o tratamento da AR com o acréscimo da Ozonioterapia implica custos menores, ao mesmo tempo em que os efeitos anti-inflamatórios são mais eficazes, ou seja, proporciona o melhor uso dos recursos no lado da dispensação e a melhora da sobrevida e do bem-estar dos pacientes. Assim, como solução para a distância entre a necessidade e a escassez, a Ozonioterapia é apropriada como prática médica de efeito clínico com resultados econômicos de uso dos recursos e do bem-estar da parcela da sociedade diagnosticada com tal doença.

Em resumo: a Ozonioterapia não é uma “panaceia” no sentido depreciativo, mas simplesmente a ação de uma molécula biológica que exerce seus efeitos nas diversas redes internas do organismo humano, restaurando a fisiologia normal, controlando a inflamação crônica – e as dores decorrentes -, melhorando a oxigenação dos tecidos e fazendo com que se eliminem os excessos de radicais livres, além de agir sobre infecções das mais diversas origens. É possível afirmar que a iminente regulamentação da Ozonioterapia no Brasil representará mais qualidade de vida para as pessoas, além de redução de custos com economia substancial de recursos da saúde e da previdência.


OZONIOTERAPIA NÃO É UM PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

No Brasil, o procedimento com Ozônio Medicinal - secular e utilizado inclusive nos sistemas públicos de saúde de diversos países - ainda é considerado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) uma “procedimento experi-mental”, o que exige, por parte da autarquia, mais pesquisas científicas para comprovar sua eficácia. Precisamos falar um pouco da história da Ozonioterapia: em 1857, foi lançado o primeiro gerador de ozônio, criado por Werner Von Siemens. A Ozonioterapia era usada amplamente na Europa e nos Estados Unidos da América, já no século XIX. A Ozonioterapia foi reconhecida, inclusive, pelo FDA (US Food and Drug Administration, órgão equivalente à ANVISA brasileira) como procedimento para uso médico em 1906. Em 1911, foram publicados relatos de tratamento de tuberculose com Ozônio Medicinal. A Ozonioterapia já era difundida e aceita antes mesmo da descoberta do primeiro antibiótico, em 1928, por Alexander Fleming, em Londres.

Em 1915, Dr. Albert Wolff, cirurgião-chefe do exército alemão, relatou a ampliação do uso do Ozônio Medicinal durante a Primeira Guerra Mundial para tratamento tópico de feridas infectadas, pés congelados, gangrena e úlceras de decúbito. Publicações científicas sobre Ozonioterapia em revistas respeitadas datam de 1916 e 1917. 
Atualmente, a Ozonioterapia é reconhecida e incorporada pelo sistema de saúde da China, Rússia, Cuba, Portugal, Espanha, Grécia, Turquia, Dubai e de cerca de 50 países em todo o mundo, além de ser praticada em 23 estados dos Estados Unidos da América. Os seguros médicos reembolsam os procedimentos de Ozonioterapia na maioria desses países. Na Alemanha, berço do procedimento, tal reembolso ocorre desde a década de 1980, o que representa uma forma muito séria de reconhecimento do método.

Aproximadamente 15 mil médicos utilizam este método na Europa e na Alemanha e 7 milhões de tratamentos com Ozônio Medicinal são realizados todos os anos. 
Ainda no plano da segurança, em 1980 a Sociedade Médica Alemã de Ozonioterapia elaborou um estudo para avaliar a segurança da técnica. Dele participaram 644 profissionais, envolvendo 384.775 pacientes, em que foram realizados 5.579.238 tratamentos. Este estudo mostrou que a Ozonioterapia é a terapia médica mais segura conhecida, com apenas 0,0007% de risco de complicações. O risco de morte associado à Ozonioterapia é de apenas 0,0001%. Na literatura médica, existem apenas 7 casos de óbito relatados as-sociados à Ozonioterapia. 

Como o ozônio é um gás presente na natureza, não pode ser patenteado, não pode ser engarrafado e vendido nas farmácias, consequente-mente, não é objeto de interesse econômico. Os critérios da Medicina Baseada em Evidências foram incorporados à Medicina depois do advento da indústria farmacêutica, que atualmente dita o que é “ciência” na área da saúde. No entanto, vale ressaltar que, mesmo em Cardiologia, consagrada especialidade médica, apenas 11% dos procedimentos tem nível máximo de evidências científicas, conforme estudo publicado pelas duas maiores sociedades de Cardiologia norte-americanas (Tricoci P, Allen JM, Kramer JM, Califf RM, Smith SC Jr.Scientific  evidence  underlying  the  ACC/AHA  clini-cal practice guidelines. JAMA. 2009 Feb 25;301(8):831-41.) 

Obviamente, pesquisas envolvendo Ozonioterapia, com números e critérios exigidos pela Medicina Baseada em Evidências, são de mais difícil realização para uma terapia órfã do ponto de vista financeiro. Ainda assim, cada vez mais são disponibilizados artigos científicos na literatura médica (cerca de 3000 na data de hoje), comprovando a eficácia e segurança da Ozonioterapia para tratamento das mais variadas doenças. Comparar a Ozonioterapia à fos-foetanolamina, que ainda está sob análise do ponto de vista científico, é no mínimo tendencioso e demonstra falta de informação sobre a ampla biblioteca disponível sobre a Ozonioterapia há décadas. 
Em resumo: Ozonioterapia é um procedimento consagrado, secular, já incorporado ao sistema público de muitos países desenvolvidos, com fartas evidências científicas. Portanto, nada tem de experimental.

OZONIOTERAPIA, UM PROCEDIMENTO MÉDICO LEGÍTIMO

A Ozonioterapia já é reconhecida como um procedimento odontológico pelo Conselho Federal de Odontologia desde 2015 – Resolução CFO 166/2015. O uso do Ozônio Medicinal para tratamento de doenças dos dentes e da boca vem sendo cada vez mais difundido no Brasil e no mundo.

Para uso em Medicina, a Ozonioterapia deve ser prescrita por um médi-co capacitado, como acontece em todos os países que regulamentaram a práti-ca. A indicação do procedimento deve ser precedida pelo diagnóstico médico, que definirá a(s) melhor(es) via(s) de aplicação e dosagens recomendadas de acordo com a doença ou doenças apresentadas pelo paciente. São necessá-rios conhecimentos específicos de bioquímica, fisiologia e farmacologia, que são parte do currículo médico. Após o diagnóstico, a Ozonioterapia pode ser aplicada por uma equipe multidisciplinar de saúde, respeitando as competên-cias e principalmente as responsabilidades de cada profissão (enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos e biomédicos). 


A Ozonioterapia apresenta vias de aplicações "simples", como a bolsa plástica, o uso tópico de água ozonizada ou óleo ozonizado no tratamento de feridas e até mesmo a aplicação subcutânea do gás para fins de controle de dores articulares ou musculares. No entanto, a prática da Ozonioterapia inclui procedimentos invasivos, que, apesar de apresentarem baixíssimo índice de complicações, necessitam de diagnóstico e indicação por médico treinado e devidamente capacitado. A prática da Ozonioterapia por via intra-articular, in-tradiscal (no tratamento das hérnias de disco), epidural (em torno da medula espinhal) e a peritonial (por punção abdominal) são exemplos de procedimen-tos invasivos que somente podem ser realizados por médicos. 


Durante a audiências públicas no Senado Federal e na Câmara dos Deputados, o Conselho Federal de Medicina apresentou uma proposta: a Ozonioterapia deveria ser encaixada na Política Nacional de Práticas Integrati-vas e Complementares (PNPICS) do Ministério da Saúde, visto que o CFM en-tende que a a Ozonioterapia é uma prática secular e que não apresenta evi-dências científicas suficientes, de acordo com o modelo vigente da Medicina Baseada em Evidências. A proposta do CFM se caracteriza por permitir autori-zação para que profissionais não-médicos possam exercer as práticas ali in-cluí-das.(http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_praticas_integrativas_complementares_2ed.pdf). Em relação à saúde em geral, somos a favor de que a Ozonioterapia seja praticada por uma equipe multidisciplinar, mas depois que o diagnóstico e a indicação médica especializada tenham ocorrido. Desta forma, a proposta tendenciosa do CFM precisa ser combatida e desmascarada, pois objetiva somente banalizar o procedimento, o que geraria maior oportunidade para erros (pois poderá ser realizado por pessoas sem qua-lificação adequada) e poderia fazê-lo cair em descrédito. 

A Associação Brasileira de Ozonioterapia reforça que a Ozonioterapia apresenta mecanismos de ação variados e bem estudados, compro-vados do ponto de vista científico, há várias décadas. Portanto, o entendimento segundo o qual a Ozonioterapia é secular e deve ser considerada como uma prática “tradicional” (ligada a determinada cultura) não é adequado, além de ser extremamente simplista.

No momento, a Ozonioterapia ainda não é disciplina nas escolas médi-cas brasileiras, pois sua proposta de regulamentação está tramitando atual-mente na Câmara dos Deputados. Logo que ela estiver regulamentada, a As-sociação Brasileira de Ozonioterapia (ABOZ) trabalhará intensamente para que seja inserida na grade curricular das faculdades de Medicina de todo Bra-sil. É parte de um contexto que virá com a regulamentação do procedimento.

Em resumo: a Ozonioterapia depende de um diagnóstico para ser indi-cada, de uma análise clínica sobre o prognóstico para ser mensurada e de avaliação médica para indicar as melhores opções de vias de aplicação (se sistêmica ou tópica) e dosagens. Não há como se fazer anamnese (história clínica) e exame físico e chegar a uma conclusão de diagnóstico clínico sem ter formação médica. A Ozonioterapia é uma ferramenta terapêutica valiosa que precisa ser bem indicada – por um médico capacitado na técnica – para ter todo seu potencial bem aproveitado, com muitos benefícios seguros para a população brasileira. A simples prática banalizada do procedimento por leigos ou profissionais não capacitados de forma adequada poderá levar a acidentes e riscos desnecessários, o que poderá gerar, inclusive, descrédito sobre o procedimento. Isso é inaceitável! 


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Smith NL, Wilson AL, Gandhi J, Vatsia S, Khan SA. Ozone therapy: an overview of pharmacodynamics, current research, and clinical utility. Med Gas Res. 2017 Oct 17;7(3):212-219. doi: 10.4103/2045-9912.215752. eCollection 2017 Jul-Sep.
2. Braidy N, Morteza I, Sureda A , Jonaidi-Jafari N , Banki A , Nabavi SF , Nabavi SM.Therapeutic Relevance of Ozone Therapy in degenerative diseases: Focus on Dia-betes and Spinal Pain.  J Cell Physiol. 2017 Jun 8. doi: 10.1002/jcp.26044. [Epub ahead of print]
3. Viebahn-Hänsler R, Fernández OSL, Fahmy, Z. Ozone in Medicine: Clinical Evaluation and Evidence Classification of the Systemic Ozone Applications, Major Autohemother-apy and Rectal Insufflation, According to the Requirements for Evidence-Based Medi-cine, Ozone: Science & Engineering. 2016; 322-345.
4. Barbosa DC, Ângelos JS, Macena GMJ, Magalhães FNO, Fonoff ET.  Effects of ozone on the pain and disability in patients with failed back surgery syndrome. Rev Assoc Med Bras 2017; 63(4):355-360
5. Magalhaes FNO, Soares SC, Torres JM, Ungaretti A, Cacciacarro MF, Teixeira MJ, Fo-noff ET. Effects of ozone applied by spinal endoscopy in patients with chronic pain re-lated to failed back surgery syndrome: a pilot study. Neuropsychiatric Disease and Treatment 2013:9 1759–1766
6. Magalhaes FN, Dotta L, Sasse A, Teixera MJ, Fonoff ET. Ozone therapy as a treat-ment for low back pain secondary to herniated disc: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Pain Physician. 2012;15:E115-129.
7. Lopes de Jesus CC, dos Santos FC, de Jesus LMOB, Monteiro I, Sant'Ana MSSC,Trevisani VFM Comparison between intra-articular ozone and placebo in the treatment of knee osteoarthritis: A randomized, double-blinded, placebo-controlled study. PLoS ONE. 2017 12(7):e0179185.
8. Di Paolo N, Bocci V, Salvo DP, et al. Extracorporeal blood oxygenation and ozonation (EBOO): a controlled trial in patients with peripheral artery disease. Int J Artif Organs. 2005;28:1039-1050.
9. Hashemi M, Hoseini Khameneh SM,  Mohajerani SA, Dadkhah P. Effect of intraarticular injection of ozone on inflammatory cytokines in knee osteoarthritis. Journal of Cellular & Molecular Anesthesia (JCMA) Spring 2017. Vol 2, No 2.
10. Borrelli E, Alexandre A, Iliakis E, Alexandre A, Bocci V (2015) Disc Herniation and Knee Arthritis as Chronic Oxidative Stress Diseases: The Therapeutic Role of Oxygen Ozone Therapy. J Arthritis.2015/  4: 161.
11. Al-Jaziri AA, Mahmoodi SM. Painkilling effect of ozone-oxygen injection on spine and joint osteoarthritis. Saudi Med J. 2008;29:553-557.
12. Ankur J, Rastogi V , Sujeet G, Ganesh S.  Comparative study of oxygen ozone thera-py, percutaneous radiofrequency thermocoagulation and their combined effects for the treatment of lumbar disc herniation. Journal of Advance Researches in Biological Sci-ences, 2014, Vol. 6 (2) 153-158.
13. Bonetti M, Fontana A, Albertini F. CT-guided oxygen-ozone treatment for first degree spondylolisthesis and spondylolysis. Acta Neurochir Suppl. 2005;92:87-92.
14. Wainstein J, Feldbrin Z, Boaz M, Harman-Boehm I. Efficacy of ozone-oxygen therapy for the treatment of diabetic foot ulcers. Diabetes Technol Ther. 2011;13:1255-1260.
15. Bocci V, Travagli V, Zanardi I. Randomised, double-blinded, placebo-controlled, clini-cal trial of ozone therapy as treatment of sudden sensorineural hearing loss. J Laryngol Otol. 2009;123:820; author reply 820.
16. Bocci V, Zanardia I, Valacchi G, Borrelli E, Travagli V. Validity of Oxygen-Ozone Thera-py as Integrated Medication Form in Chronic Inflammatory Diseases. Car-diovasc He-matol Disord Drug Targets. 2015;15(2):127-38.
17. Bocci V, Zanardi I, Huijberts MS, Travagli V. Diabetes and chronic oxidative stress. A perspective based on the possible usefulness of ozone therapy. Diabetes Metab Syndr. 2011;5:45-49.
18. Bocci V, Borrelli E, Zanardi I, Travagli V. The usefulness of ozone treatment in spinal pain. Drug Des Devel Ther. 2015 May 15;9:2677-85. doi: 10.2147/DDDT.S74518. eCol-lection 2015.
19. Martínez-Sánchez G, Al-Dalain SM, Menéndez S, et al. Therapeutic efficacy of ozone in patients with diabetic foot. Eur J Pharmacol. 2005; 523:151-161.
20. Li LY, Ni JX. Efficacy and safety of ozonated autohemotherapy in patients with hyperu-ricemia and gout: A phase I pilot study. Exp Ther Med. 2014 Nov;8(5):1423-1427. Epub 2014 Sep 9.
21. Zanardi I, Borrelli E, Valacchi G, Travagli V, Bocci V. Ozone:a multifaceted molecule with unexpected therapeutic activity. Curr Med Chem. 2016;23:304-314.
22. Bocci V, Valacchi G. Nrf2 activation as target to implement therapeutic treatments. Front Chem. 2015;3:4.
23. Re L, Martínez-Sánchez G, Bordicchia M, et al. Is ozone preconditioning effect linked to Nrf2/EpRE activation pathway in vivo? A preliminary result. Eur J Pharmacol. 2014;742:158- 162.
24. Ragab A, Shreef E, Behiry E, Zalat S, Noaman M. Randomised, double-blinded, place-bo-controlled, clinical trial of ozone therapy as treatment of sudden sensorineural hear-ing loss. J Laryngol Otol. 2009;123:54-60.
25. Borrelli E, Bocci V. Visual improvement following ozonetherapy in dry age related macu-lar degeneration; a review. Med Hypothesis Discov Innov Ophthalmol. 2013;2:47-51.
26. Gulmen S, Kurtoglu T, Meteoglu I, Kaya S, Okutan H. Ozone therapy as an adjunct to vancomycin enhances bacterial elimination in methicillin resistant Staphylococcus aure-us mediastinitis. J Surg Res. 2013;185:64-69.
27. Song M, Zeng Q, Xiang Y, Gao L, Huang J, Huang J, Wu K, Lu J. The antibacterial ef-fect of topical ozone on the treatment of MRSA skin infection. Mol Med Rep. 2017 Nov 24. doi: 10.3892/mmr.2017.8148. [Epub ahead of print]
28. Buyuklu M et al. Beneficial Effects of Ozone Therapy on Oxidative Stress, Cardiac Functions and Clinical Findings in Patients with Heart Failure Reduced Ejection Frac-tion. Cardiovasc Toxicol. 2017; DOI 10.1007/s12012-017-9400-8
29. Bocci VA, Zanardi I, Travagli V. Ozone acting on human blood yields a hormetic dose-response relationship. J Transl Med. 2011;9:66.
30. Scassellati C, Costanzo M, Cisterna B, Nodari A, Galiè M, Cattaneo A, Covi V, Taba-racci G, Bonvicini C, Malatesta M. Effects of mild ozonisation on gene  lways es   and nuclear domains organization in vitro. Toxicol In Vitro. 2017 Oct;44:100-110. Doi: 10.1016/j.tiv.2017.06.021. Epub 2017 Jun 23.
31. Ansede Alonso JC, Contreras Joya M, Pérez Hidalgo S. Estudio prospectivo y aleatori-zado em pacientes com lombalgias o lumbociatálgias tratados com ozonoterapia. Pa-to-logía del Aparato Locomotor, 2007, Vol. 5, No. 1, 46-54.
32. Martínez-Sánchez G, Delgado-Roche L, Díaz-Batista A, Pérez- Davison G, Re L. Ef-fects of ozone therapy on haemostatic and oxidative stress index in coronary artery disease. Eur J Pharmacol. 2012;691:156-162.
33. Elvis AM, Ekta JS. Ozone therapy: A clinical review. J Nat Sci Biol Med. 2011; 2:66-70.
34. Bocci VA. Tropospheric ozone toxicity vs. Usefulness of ozone therapy. Arch Med Res. 2007;38:265-267.
35. Bocci VA. Scientific and medical aspects of ozone therapy. State of the art. Arch Med Res. 2006;37:425-435.
36. Bocci V, Valacchi G, Corradeschi F, Fanetti G. Studies on the biological effects of ozone: 8. Effects on the total  lways es  e status  lways interleukin-8 production. Media-tors Inflamm. 1998;7:313-317.
37. Bocci V, Aldinucci C, Mosci F, Carraro F, Valacchi G. Ozonation of human blood in-duc-es a remarkable upregulation of heme oxygenase-1 and heat stress protein-70. Media-tors Inflamm.2007;2007:26785.
38. El-Sawalhi MM, Darwish OS, Mausouf MN, Shaheen AA. Modulation of age-related changes in oxidative stress markers and energy status in the rat heart and hippocam-pus: a significant role for ozone therapy. Cell Biochem Funct. 2013;31:518-525.
39. Valacchi G, Bocci V. Studies on the biological effects of ozone: . Release of factors from human  lways es  cells. Mediators Inflamm. 2000;9:271-276.
40. Bocci V, Borrelli E, Travagli V, Zanardi I. The ozone paradox: ozone is a  lways oxidant as well as a medical drug. Med Res Os. 2009;29:646-682.
41. Shah P, Shyam AK, Shah S. Adjuvant combined ozone therapy for extensive wound over  lway. Indian J Orthop. 2011;45:376-379.
42. Tafil-Klawe M, Wozniak A, Drewa T, et al. Ozone therapy and the activity of selected ly-sosomal enzymes in blood  lway of patients with lower limb ischaemia associated with obliterative atheromatosis. Med Sci Monit. 2002;8:CR520-525.
43. Romero Valdés A, Menéndez Cepero S, Gómez Moraleda M, Ley Pozo J. Ozone ther-apy in the advanced stages of arteriosclerosis obliterans. Angiologia. 1993;45:146-148.
44. Molinari F, Rimini D, Liboni W, et al. Cerebrovascular pattern improved by ozone auto-hemotherapy: os entropy-based study on multiple sclerosis patients. Med Biol Eng Comput, 2017;55:1163-1175.
45. Molinari F, Simonetti V, Franzini M, et al. Ozone autohemotherapy induces long-term cerebral metabolic changes in multiple sclerosis patients. Int J Immunopathol Pharma-col. 2014;27:379-389.
46. Steppan J, Meaders T, Muto M, Murphy KJ. A metaanalysis of the effectiveness and safety of ozone treatments for herniated lumbar discs. J Vasc Interv Radiol. 2010;21:534-548.
47. Paoloni M, Di Sante L, Cacchio A, et al. Intramuscular oxygenozone therapy in the treatment of acute back pain with lumbar disc herniation: a multicenter, randomized, double-blind, clinical trial of active and simulated lumbar paravertebral injection. Spine (Phila Pa 1976). 2009;34:1337-1344.
48. Oder B, Loewe M, Reisegger M, Lang W, Ilias W, Thurnher OS. CT-guided ozone/steroid therapy for the treatment of degenerative spinal disease-effect of age, gender, disc pathology and multi-segmental changes. Neuroradiology. 2008;50:777-
49. Clavo B, Ceballos D, Gutierrez D, et al. Long-term  lways es  refractory hemorrhagic radiation proctitis with ozone therapy. J Pain Symptom Manage. 2013;46:106-112.
50. Gu XB, Yang XJ, Zhu HY, Xu YQ, Liu XY. Effect of medical ozone therapy on renal blood flow and renal function of patients with chronic severe  lways es. Chin Med J (Engl). 2010;123:2510-2513.
51. Bonforte G, Bellasi A, Riva H, et al. Ozone therapy: a potential adjunct approach to lower urinary tract infection? A case series report. G Ital Nefrol. 2013;30:gin/30.34.16.
52. Cardoso, C. C., Dias Filho, E., Pichara, N. L., Campos, E. G., Pereira, M., & Fiorini, J. (2010). Relato de Caso: Ozonoterapia como tratamento adjuvante na ferida de pé dia-bético. Revista Médica Minas Gerais, 20, 442-445.
53. Chang, J.D., Lu, H.S., Chang, Y.F., Wang, D. Ameliorative effect of ozone on cytokine production in mice injected with human rheumatoid arthritis synovial fibroblast cells. Rheumatol Int. 2005 Dec;26(2):142-51. Epub 2004 Nov 27. PubMed PMID: 15570426.
54. Chen, H., Yu, B., Lu, C., Lin, Q. The effect of intra-articular injection of  lways es os-centrations of  ozone on the level of TNF-α, TNF-R1, and TNF-R2 in rats with rheuma-toid arthritis. Rheumatol Int. 2013 May;33(5):1223-7. Doi: 10.1007/s00296-012-2529-7. Epub 2012 Oct 2. PubMed PMID: 23052485
55. León Fernandez, O.S.; Viebahn- Haensler R., Cabreja G.L., Espinosa I.S.,Matos Y.H., Roche L.D.,     Santos B.T., Oru, G.T., Polo Veja, J.C. Medical ozone increases metho-trexate clinical response and improves cellular redox balance in patients with reuma-thoid arthritis. Eur J Pharmacol. 2016 Oct 15;789:313-318. Doi: 10. 1016/j.ejphar.2016.07.031. Epub 2016 Jul 20. PubMed PMID: 27450487.
56. Rosul, M. V., & Patskan, B. M. (2016). Ozone therapy effectiveness in patients with ul-cerous lesions due to diabetes mellitus. Wiadomosci Lekarskie, 7-9.
57. Vaillant, J.D., Fraga A., Díaz M.T., Mallok, A., Viebahn-Hänsler, R., Fahmy, Z., Bar-berá, A., Delgado, L., Menéndez, S., Fernández, O.S., Ozone oxidative postcondition-ing ameliorates joint damage and decreases pro-inflammatory cytokine levels  lways -dative stress in PG/OS-induced arthritis in rats. Eur J Pharmacol. 2013 Aug 15;714(1-3):318-24. Doi: 10.1016/j.ejphar.2013.07.034. Epub 2013 Jul 31. PubMed PMID: 23911887.
58. Yu, B., Chen, H.Q., Lu, C.H., Lin, Q.R., Wang, B.W., Qin, C.H. Effect of intra-articular ozone injection on  lway and synovial TNF-α, TNFR I, and TNFR II  lways es in rats with rheumatoid arthritis. Nan Fang Yi Ke Da Xue Xue Bao. 2011 Jun;31(6):1055-8. Chinese. PubMed PMID: 21690068 F
59. Zhang, J., Guan, M., Xie, C., Luo, X., Zhang, Q., & Xue, Y. (2014). Clinical Study: In-creased Growth Factors Play a Role in Wound Healing Promoted by Noninvasive Oxy-gen-Ozone Therapy in Diabetic Patients with Foot Ulcers. Oxidative Medicine and Cellu-lar Longevity, 2014, p. 8.
60. Bocci V. Is it true that ozone is  lways toxic? The end of a dogma. Toxicol Appl Phar-macol. 2006 Nov 1;216(3):493-504. Epub 2006 Jun 27.
61. ANVISA. Medicamentos para o Tratamento da Artrite Reumatoide. BRATS – Boletim Brasileiro de Avaliação de Tecnologias em Saúde; número 19; Setembro de 2012.
62. Costa, J.O; Almeida, A.M; Guerra Junior, A.A; Cherchiglia, M.L; Andrade, E.I.G; Acur-cio, F.A. Tratamento da Artrite Reumatoide no Sistema Único de Saúde, Brasil: gastos com Infliximabe em comparação com medicamentos modificadores do curso da do-ença sintéticos, 2003 e 2006. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 30(2):283-295, fev, 2014.
63. Gomes, R.K.S; Pires, F.A.; Nobre, M.R.C; Marchi, M.F.S; Rickli, J.C.K. Impacto da ar-trite reumatoide no sistema público de saúde em Santa Catarina, Brasil: análise descri-tiva e de tendência temporal de 1996 a 2009. Revista Brasileira de Reumatologia, Vo-lume 57, 3ª edição, maio–Junho 2017, páginas 204 a 209.
64. Oliveira, J. d., Taquary, S. A., Barbosa, A. d., & Veronezi, J. B. (2016). Pé diabético e amputações em pessoas internadas em hospital público: estudo transversal. ABCS Health Sciences, 41, pp. 34-39.
65. Rezende, K. F., Nunes, M. A., Melo, N. H., Malerbi, D., Chacra, A. R., & Ferraz, M. B. (2008). Internações por Pé Diabético: Comparação entre o Custo Direto Estimado e o Desembolso do SUS. Arquivo Brasileiro de Endocrinologia & Metabologia, 523-530.
66. Rosul, M. V., & Patskan, B. M. (2016). Ozone therapy effectiveness in patients with ul-cerous lesions due to diabetes mellitus. Wiadomosci Lekarskie, 7-9.
67. Shaw, J., Sicree, R., & Zimmet, P. (2010). Diabetes Atlas: Global estimates of the prevalence of diabetes for 2010 and 2030. Diabetes Research and Clinical Practice, 87, 4-14.
68. Silva, Grazielle Dias da. Perfil de gastos com o tratamento da Artrite Reumatóide para pacientes  do Sistema Único de Saúde em Minas Gerais – 2008 a 2013. Revista da As-sociação Brasileira de Saúde Coletiva. 0360/2.017
69. Silva, R. S., Haddad, M. L., Rossaneis, M. A., & Gois, M. F. (2015). Análise financeira das internações de diabéticos submetidos à amputação de membros inferiores em hospital público. Seminário - Ciências Biológicas e da Saúde, 36, pp. 81-88.
70. Wentworth P Jr, McDunn JE, Wentworth AD, Takeuchi C, Nieva J, Jones T, Bautista C, Ruedi JM, Gutierrez A, Janda KD, Babior BM, Eschenmoser A, Lerner RA. Evidence for antibody-catalyzed ozone formation in bacterial killing and inflammation. Science. 2002 Dec 13;298(5601):2195-9. Epub 2002 Nov 14.
71. Babior BM1, Takeuchi C, Ruedi J, Gutierrez A, Wentworth P Jr.. Investigating antibody-catalyzed ozone generation by human neu-trophils. Proc Natl Acad Sci U S A. 2003 Mar 18;100(6):3031-4. Epub 2003 Feb 24.

A quem interessa que a Ozonioterapia não tenha sido regulamentada até hoje no Brasil?...
SUA SAÚDE ESTÁ EM JOGO !
INFORME-SE E DIVULGUE
#OzonioterapiaJa
#OzonioterapiaParaTodos

 

Ler Outras Notícias
Voltar ao topo